Quem tem terra tem história com ela, tem vizinho plantando e tem comprador na região. Chega com "cacau" ou "milho" na cabeça, não com uma folha em branco. Então o aplicativo não pergunta o que você quer plantar — ele responde.
O zoneamento oficial cobre dezenas de culturas em cada município do país. Procure pelo nome que você usa: aipim, macaxeira e mandioca dão no mesmo lugar.
A janela de plantio da sua cidade, com o número da portaria. E quanto o seu município colhe e a que preço — não a média do estado, que é outra história.
Preparar a terra, plantar, colher. Cada tarefa com a data e com a origem dela escrita ao lado. Marque como feito e o aplicativo acompanha.
"Vai chover" não ajuda ninguém — quem planta já olha o céu. O que ajuda é "adie o preparo da terra, vêm 35 mm em três dias". E o número vai escrito, para você julgar sozinho.
No campo, sinal ruim é a regra. O calendário fica guardado no aparelho e o que você marcar sobe quando a internet voltar. A tela sempre diz de quando é o dado que está mostrando.
Preparo, espaçamento, muda, tratos e colheita — reescrito em português de conversa a partir dos manuais da Embrapa, com a referência ao lado de cada bloco.
Você lança o que gastou e o aplicativo cruza com o que a sua cidade rende. Média nacional de custo não serve: o que vale é o preço que você pagou.
Fotografe a folha e receba o que pode ser, com o grau de certeza dito em voz alta. Sem sinal, a foto fica na fila e sobe depois — ninguém volta ao pé da planta duas vezes.
Mande o PDF do laboratório e receba, em português simples, o que cada linha quer dizer sobre a sua terra.
Essa é a regra que organiza o produto inteiro. Época de plantio, produtividade, preço e manejo ou vêm de fonte pública com data, ou não aparecem. A fonte e o ano ficam escritos na tela, embaixo do número.
A inteligência artificial entra só para escrever: ela redige em português de conversa o que as fontes já dizem. Ela não decide e não cria número — cada valor que ela escreve é conferido contra o texto de origem antes de chegar à tela.
Preferimos dizer isto agora a você descobrir depois.
É ferramenta de apoio. Os números contam o que já aconteceu na sua região; eles não garantem o resultado da sua lavoura. Antes de investir, procure um profissional.
Nem nome comercial, nem ingrediente ativo, nem dose. Receituário agronômico tem exigência legal própria e cabe a quem tem registro para assinar.
Ele lê e explica o seu laudo de solo, mas não recomenda dose — isso depende de tabelas que ainda não temos de fonte citável. Quando tivermos, entra.
Algumas têm ficha completa; outras têm a época oficial e o manejo, mas não o prazo até a colheita, porque o manual não informa. Quando falta, a tela diz que falta.
O Plantemo está em teste interno no Google Play. Quer entrar no grupo de teste e usar antes de todo mundo? A vaga é de graça, e a gente quer ouvir o que você achar.
Android. O iOS vem depois.